O Pai, O Filho e o Velho-Pai
Adeus Filho! Disse o Pai aflito.
O Filho viu que a viajem era longa e o caminho era incerto.
O Pai riu e se orgulhou apesar da partida.
O Filho sorriu quando confiante ergueu-se e se foi.
Colocou-se a balançar em sua cadeira posta a lareira.
Pulou do rio agora confiante pois antes costumava temer.
Cochilou sentado a deixar o cachimbo cair.
No aperto agarrou-se no cordão de prata que o mestre havia moldado.
A senhora cuidadosa o cobriu com a manta macia.
O homem, já a tempo não era menino e sábio findava a pensar no seu amor.
Lhe foi dada a veste fria, e o Velho-Pai volta a encontrar o progenitor.
Este rumou e na chegada sentou-se na velha cadeira, sua querida senhora lhe cobre com o mesmo pano em que o velho-pai cochilava.
Venha Novo-Filho que o Novo-Pai agora lhe aguarda!
O Filho viu que a viajem era longa e o caminho era incerto.
O Pai riu e se orgulhou apesar da partida.
O Filho sorriu quando confiante ergueu-se e se foi.
Colocou-se a balançar em sua cadeira posta a lareira.
Pulou do rio agora confiante pois antes costumava temer.
Cochilou sentado a deixar o cachimbo cair.
No aperto agarrou-se no cordão de prata que o mestre havia moldado.
A senhora cuidadosa o cobriu com a manta macia.
O homem, já a tempo não era menino e sábio findava a pensar no seu amor.
Lhe foi dada a veste fria, e o Velho-Pai volta a encontrar o progenitor.
Este rumou e na chegada sentou-se na velha cadeira, sua querida senhora lhe cobre com o mesmo pano em que o velho-pai cochilava.
Venha Novo-Filho que o Novo-Pai agora lhe aguarda!
