Velho Caminho

Estive fora do velho caminho
Fiz trilhas pelo vale do orgulho
Andando de mãos dadas para o perigo

O capricho cegou-me, tentou apagar a glória do mundo

Mas volto a reconher quem nunca deixei de ser
A luz ainda brilha em meu coração jovem

Escrevo cartas, desperdiço lágrimas, para não lhe enviar
Preciso renegar o doce veneno bebido da sua boca
E o que poderia dizer quando não se tem mais nada a dizer

Sendo desabrido ou ilhano é preciso dizer não

Ainda sonho com encontros de belos sorrisos
Suaves toques, olhares gentis, mãos suadas
Vozes na mente
Ronco de motores


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