Escolhas


Podemos escolher quem nos abriga, quem nos conforta, quem nos colhe com sinceridade.

Podemos decidir o melhor para nosso estado atual.

Podemos ainda andar sempre que nossas pernas permitirem.

Podemos tentar sempre que nos for exigido.
Mas não podemos decidir aquilo que toca o coração cessantemente, que atordoa os pensamentos de tempos em tempos.

Ainda não sei se a maturidade ensina as liturgias do amar, do amor, pois entender o que se passa em nossa mente ainda há mim, é um grande mistério da existência.

Se a compreensão simples fosse, talvez humanos não seríamos.

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