Passagem
Difícil compreender,
a dor aumenta, angustia, nos faz forte e fraco,
tudo em pouco, tudo em pó... e ao mesmo tempo.
Na passagem queremos que a dor vá embora,
desejamos a alegria de volta.
Logo a lembrança, que sorri, que olha, que abraça, que ama, vem!
E então... vem... Mas não da maneira que desejamos...
Vem vestida de realidade, que não bate mais na porta, a derruba,
faz estardalhaços nos acorda!
- Saia daqui! Exaltamos.
Feroz comanda, mesmo sem aparente razão é a sua própria senhora, comanda.
Agora engana, machuca, o fardo é peso que arde.
Por fim, torna-se a companheira, a qual anda sempre do lado.
Quando não faz mais sombra... então já ilumina, o manto da dor acaba por acostumar...
Tarde reparei na mãe esperança, que abana de longe, espia.
Mas sempre se faz presente.
Mesmo que demore, mesmo que não a veja, lá esta. Acolhe e protege sempre.
Será a razão ou a esperança que comanda agora?
a dor aumenta, angustia, nos faz forte e fraco,
tudo em pouco, tudo em pó... e ao mesmo tempo.
Na passagem queremos que a dor vá embora,
desejamos a alegria de volta.
Logo a lembrança, que sorri, que olha, que abraça, que ama, vem!
E então... vem... Mas não da maneira que desejamos...
Vem vestida de realidade, que não bate mais na porta, a derruba,
faz estardalhaços nos acorda!
- Saia daqui! Exaltamos.
Feroz comanda, mesmo sem aparente razão é a sua própria senhora, comanda.
Agora engana, machuca, o fardo é peso que arde.
Por fim, torna-se a companheira, a qual anda sempre do lado.
Quando não faz mais sombra... então já ilumina, o manto da dor acaba por acostumar...
Tarde reparei na mãe esperança, que abana de longe, espia.
Mas sempre se faz presente.
Mesmo que demore, mesmo que não a veja, lá esta. Acolhe e protege sempre.
Será a razão ou a esperança que comanda agora?
